Pedro Lucas entra na lista do União Brasil para ocupar ministério no governo Lula

Pedro Lucas entra na lista do União Brasil para ocupar ministério no governo Lula

Política

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil-MA) está entre os nomes apresentados por lideranças da federação União Progressista ao Palácio do Planalto como possíveis integrantes do novo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A indicação coloca o parlamentar maranhense entre as opções discutidas pelo grupo político para ocupar um ministério na próxima composição da Esplanada.

Além de Pedro Lucas, o União Brasil sugeriu o deputado federal Moses Rodrigues (CE). A movimentação faz parte das articulações de lideranças do partido para ampliar sua participação no governo federal, com a apresentação de parlamentares considerados mais próximos das posições do presidente Lula.

O nome de Pedro Lucas já havia sido cogitado anteriormente para o primeiro escalão do governo. Em 2025, o parlamentar recebeu um convite para assumir o Ministério das Comunicações, mas decidiu não aceitar a indicação. Agora, volta a aparecer entre as alternativas apresentadas pela legenda para integrar a equipe ministerial.

Pelo Progressistas (PP), outro partido que compõe a federação União Progressista, o nome sugerido foi o da senadora Daniella Ribeiro (PB). A legenda também busca espaço na estrutura federal e defende que a eventual indicação seja destinada a uma pasta de maior peso político e administrativo.

Daniella é mãe do governador da Paraíba, Lucas Ribeiro (PP), e irmã do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), que mantém interlocução com o Palácio do Planalto e foi relator da reforma tributária apoiada pelo governo Lula.

A articulação acontece em meio às negociações sobre a formação do novo ministério. No caso do PP, a expectativa é que André Fufuca, que comandou o Ministério do Esporte, permaneça no Senado após ter sido eleito em 2026, abrindo espaço para uma nova indicação do partido.

As sugestões apresentadas pela federação ainda dependem de avaliação do presidente Lula. A definição dos nomes e das pastas deverá considerar as negociações políticas e a composição da base de apoio do governo no Congresso Nacional.

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