Brasil registra 5º maior crescimento do PIB no 2º trimestre de 2026

Brasil registra 5º maior crescimento do PIB no 2º trimestre de 2026

Economia

A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, em comparação com os três meses anteriores. Com o resultado, o Brasil alcançou a quinta maior expansão do Produto Interno Bruto (PIB) entre os 50 países que já divulgaram os dados do período.

O levantamento foi elaborado pela agência de classificação de risco Austin Rating, com informações do Fundo Monetário Internacional (FMI). A Irlanda lidera o ranking, com crescimento de 1%, seguida por Indonésia (0,9%), Angola (0,7%) e Malásia (0,6%).

O desempenho brasileiro ficou acima da média dos 50 países analisados, de 0,2%, além das médias da Zona do Euro (0,1%) e do G7, grupo formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

Segundo boletim da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Fazenda, o avanço de 0,5% também superou a expectativa do mercado, que previa crescimento de 0,4% no período.

Ranking de crescimento do PIB no 2º trimestre

  1. Irlanda: 1%
  2. Indonésia: 0,9%
  3. Angola: 0,7%
  4. Malásia: 0,6%
  5. Brasil: 0,5%
  6. Eslovênia: 0,4%
  7. Lituânia: 0,4%
  8. Suécia: 0,4%
  9. Estados Unidos: 0,4%
  10. Sérvia: 0,4%
  11. Suíça: 0,4%
  12. Singapura: 0,3%
  13. México: 0,3%
  14. Tunísia: 0,3%
  15. Taiwan: 0,3%
  16. Colômbia: 0,3%
  17. Turquia: 0,3%
  18. Polônia: 0,2%
  19. China: 0,2%
  20. Canadá: 0,2%

Brasil entre as maiores economias

Além do crescimento trimestral, a Austin Rating também acompanha o tamanho das economias. O Brasil passou da 11ª posição em 2025 para a 10ª em 2026, com um PIB estimado em US$ 2,64 trilhões.

A previsão é que o país ultrapasse a Rússia e chegue à nona posição em 2027. Os Estados Unidos permanecem na liderança, com PIB de US$ 32,38 trilhões, seguidos por China (US$ 20,85 trilhões) e Alemanha (US$ 5,45 trilhões).

Apesar de ser um dos principais indicadores da atividade econômica, o PIB não mede diretamente aspectos como distribuição de renda e qualidade de vida. Por isso, uma economia maior não significa necessariamente melhores condições de vida para a população.

A melhor colocação já alcançada pelo Brasil no ranking das maiores economias foi a sétima posição, mantida entre 2011 e 2014.

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