Além de Paulo Curió, a decisão alcança a primeira-dama Eva Curió, a vice-prefeita, os 11 vereadores do município e outros envolvidos, apontados como integrantes de uma suposta organização criminosa. Segundo as investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), o esquema teria provocado um prejuízo estimado em quase R$ 60 milhões aos cofres da Prefeitura de Turilândia.
De acordo com o que foi apurado até o momento, os investigados podem responder por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, entre outros. Caso o Ministério Público apresente a denúncia e haja condenação ao final do processo, as penas somadas podem ultrapassar 20 anos de prisão. O prazo fixado pela desembargadora visa dar celeridade ao andamento do caso, considerado de grande repercussão e relevância para o interesse público.
Fonte: Minuto Barra
