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SOS Literatura

O Centro de Apoio ao Escritor (CAE) da Casa das Rosas realiza neste sábado, 14 de março, das 14h às 18h, a segunda edição do S.O.S Literatura – Pronto atendimento. Profissionais do mercado estarão de plantão para conversar sobre poesia, prosa, edição, produção, divulgação na imprensa entre outros temas. Para o atendimento serão distribuídas senhas de espera.

No ano de 2014, foram realizados cerca de 300 atendimentos, e, após o sucesso do evento, ao longo de 2015, acontecerão quatro edições desse projeto, que tem como objetivo reunir especialistas nas áreas de literatura, produção e edição de livros, direitos autorais, e-books e marketing para atendimento ao público interessado na carreira literária, esclarecendo dúvidas e dando orientações pertinentes ao ofício do escritor.

Para a primeira edição, o coordenador do CAE, Reynaldo Damazio, convidou para atividade um time de profissionais para o plantão literário, dentre eles estão Edison Cruz, Adriano Messias, Ricardo Botelho, Geruza Zelnys, João Ibaixe Jr e Mila Bottura. Além disso, o CAE levará uma versão pocket do S.O.S para o interior, começando no FLI (Festival Literário de Iguape), no dia 9 de maio.

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura é uma instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, administrada pela POIESIS Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura.

Serviço:

S.O.S Literatura – Pronto Atendimento

Sábado, 14 de março, das 14h às 18h

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

Avenida Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.

Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h;

Domingos e feriados, das 10h às 18h.

 
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Poesia, aperitivo na hora do almoço

Que tal degustar uma Poesia Aperitivo na hora do almoço? Esta é a proposta da Casa das Rosas ao completar dez anos de atividades na Avenida Paulista, em São Paulo. O espaço de poesia e literatura, mantido pela Secretaria de Estado da Cultura, reedita o encontro Poesia Aperitivo, de 2005.  Durante o mês de outubro haverá encontros sintéticos e divertidos na hora do almoço, com o  diretor da Casa das Rosas, Frederico Barbosa, e o coordenador do Centro de Apoio ao Escritor, Reynaldo Damazio. Eles apresentarão  textos de seis poetas fundamentais da segunda metade do século XX: Paulo Leminski, José Paulo Paes, Ana Cristina César, Torquato Neto, Waly Salomão e Sebastião Uchoa Leite.

SERVIÇO:

Poesia Aperitivo

Dias 8, 15, 22 e 29 de outubro, às 12h30.

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

Avenida Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.

Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h;

Domingos e feriados, das 10h às 18h.

 
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Cortázar 100 Anos

Um autor que gostava de criar ilusões verbais, que convidava o leitor a jogar o jogo, que ensinou uma carpintaria literária e construiu uma obra inovadora,  revolucionária e humanista. Diferentes eventos buscam dar conta das caraterísticas e das dimensões literárias de Julio Cortázar, nas comemorações do centenário de nascimento do escritor argentino.

 
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Tom Jobim, 20 anos de Saudade

A Caixa Cultural apresenta a série “Tom Jobim, 20 anos de Saudade”, de 17 a 20 de julho, em São Paulo. Artistas como Paula e Jaques Morelenbaum, Alaíde Costa, Mario Adnet, Marco Bernardo e Juliana D’Agostini relembram as canções do compositor e de alguns de seus parceiros.  O público também poderá conferir encontros entre  Zuza Homem De Mello, Julio Medaglia, Gil Jardim e o curador do projeto, Fábio Caramuru, que vão discutir a obra do compositor.

TOM JOBIM – 20 ANOS DE SAUDADE

Local: Caixa Cultural

Endereço: Praça da Sé, 111, São Paulo.

Tel. (11) 3321-4400

 
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Troço de doido

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, classificou como “troço de doido”, a avaliação do ex-presidente Lula sobre o julgamento do processo do mensalão. Segundo Lula, o resultado teve 80% de decisão política e apenas 20% de decisão jurídica. “Não sei como ele tarifou,  como fez essa medição.  Qual aparelho permite isso? É um troço de doido”, disparou o ministro do STF.

Marco Aurélio Mello recorreu a uma antiga gíria que, de acordo com o dicionário Aurélio, é empregada para designar coisa imprestável, traste velho, tralha ou qualquer objeto cujo nome não importa,  não se sabe ou não se quer declinar. Logo, a declaração de Lula a uma rede de TV portuguesa teria sido “coisa de doido”.

Mas como a Língua Portuguesa também tem lá suas loucuras, a mesma palavra empregada pelo ministro tem outra conotação, totalmente diferente. “Troço” também é pessoa importante, influente, figurão: “o homem é troço na política”, conforme emprego exemplificado no próprio dicionário. E que Lula ainda é troço, dentro ou fora do Governo, não há dúvida. Os dois sentidos da palavra podem ser empregados, de acordo com a ideologia-semântico-política de cada um.

 
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Fábricas de Cultura promovem bate-papo com o escritor indígena Daniel Munduruku

O escritor indígena Daniel Munduruku é o convidado da série “A Voz do Autor”, nos dias 16 e 17 de abril, nas Fábricas de Cultura Capão Redondo, Vila Nova Cachoeirinha, Jaçanã e Jardim São Luís, em São Paulo. Com 43 livros publicados para adultos e crianças,   Daniel Munduruku irá relatar o processo de criação literária e orientar futuros escritores.

O autor é graduado em Filosofia e tem licenciatura em História e Psicologia. É doutor em Educação pela USP. É diretor presidente do Instituto UKA – Casa dos Saberes Ancestrais. Foi condecorado com a Grã Cruz da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República. Recebeu prêmios no Brasil e Exterior, entre eles o Prêmio Jabuti e o Prêmio da Academia Brasileira de Letras.

Daniel visitará as Fábricas de Cultura nos seguintes dias e horários: 16 de abril – Jaçanã (10h) e Vila Nova Cachoeirinha (14h30); 17 de abril – Jardim São Luís (10h) e Capão Redondo (14h30).

 
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Caio Blat: endividado?

Uma manchete sobre o ator  Caio Blat, reproduzida em vários sites durante a semana, revela que o artista está endividado. Confesso ter sido fisgada pela informação, curiosa para saber o que teria levado um ator em evidência, com tantos trabalhos na televisão e no cinema, ao endividamento. Teria sido vítima de um golpe? Envolveu-se em um projeto cultural audacioso demais? Gastou no que não devia? Deixou parte do patrimônio a uma ex-mulher?

Ao ler o texto completo,  percebo  como a manchete foi manipulada, induzindo o leitor a acreditar em algo totalmente diferente. Caio Blat comenta na entrevista que tem dormido apenas quatro horas por dia, em função da quantidade de projetos simultâneos no cinema. O ator  mantém contrato fixo com a Globo, salário que o ajuda a pagar as contas e a bancar o tempo investido nos projetos menores.   “Construí uma casa enorme, tive filho, casei. Ou seja, acabei me endividando”, contou, às gargalhadas.  Ou seja,  como qualquer cidadão brasileiro que tem despesas e trabalha, Caio Blat administra as finanças de acordo com as necessidades. Mas isso não dá manchete.

A entrevista foi concedida ao UOL e reproduzida em outros sites, que ainda editaram o texto original, resumindo as informações à questão do endividamento. O próprio UOl chegou a publicar, inicialmente, a seguinte manchete: “Endividado, Caio Blat continua na TV para fazer filmes pequenos”. No mesmo dia alterou para: “Caio Blat brinca sobre dívidas e diz usar TV para fazer filmes pequenos”. Teria reclamado? Mas em tempos de internet, quando tudo se reproduz com imensa velocidade, a notícia sobre o suposto endividamento do ator já está amplamente difundida. Quer experimentar? Pesquise no Google a expressão “Caio Blat endividado“.

 
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Paulo Freire narra histórias de medo no Espaço de Leitura, no Parque da Água Branca.

O violeiro e escritor Paulo Freire participa do projeto Maiúsculos e Minúsculos, neste domingo, no Parque da Água Branca. O espetáculo reúne histórias de assombrações e pescarias extraordinárias narradas no ritmo da viola caipira. Os “causos” de Paulo Freire também apresentam personagens do folclore e da mitologia. E a garotada é convidada a participar dando sugestões nas narrativas e cantando músicas da tradição oral brasileira.
A apresentação começa às 15 horas, neste domingo, 30 de março, no Espaço de Leitura.
Parque da Água Branca
Rua Ministro Godói, 180 – Perdizes

 
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140 Caracteres

A influência das redes sociais nas manifestações que tomaram as ruas em junho de 2013 é tema de exposição no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Uma curadoria coletiva selecionou 140 obras de cunho político, buscando refletir e retratar o cenário social pelo qual passou o Brasil durante os protestos populares do ano passado. Não por acaso, o nome da exposição brinca com os 140 caracteres que viraram marca registrada das mensagens do Twitter, determinantes para a organização das manifestações contra o aumento das tarifas de ônibus. A exposição no MAM também registra os 50 anos do golpe militar que culminou com o início da ditadura no país em 1964.
De terça a domingo, das 10 às 18h. Até 15 de junho, com entrada franca.
MAM – Parque do Ibirapuera, com entrada pelo portão 3.

 
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Sujeito a guincho

Cartaz na avenida Pacaembu, na zona oeste de São Paulo, informa que o estacionamento em determinada loja é exclusivo aos clientes. Quem desrespeitar a norma estará “sujeito à guincho”. Não é apenas o estabelecimento comercial na citada via paulistana que recorre à ameaça para educar os motoristas. Também não é o único a utilizar a expressão com o mesmo erro, o acento indicativo de crase. Pois na famosa frase “sujeito a guincho” não há crase, simplesmente porque “guincho” é uma palavra masculina.
Agora observe este outro exemplo: “sujeito a multa”. Embora haja uma palavra feminina, não se utiliza a crase porque não há um complemento determinando o valor da multa e que exija o artigo “a”. Mas se houver referência a alguma especificação, então o artigo estará presente. Exemplo: “O infrator está sujeito à multa de 150 reais”. Portanto, nos dois exemplos, quando multa e guincho são punições genéricas (sem estipular valor ou característica do equipamento) dispensa-se a crase. Reforçando, mais uma vez, que guincho é uma palavra masculina.